Ola... Boa madrugada pessoa(s) quero mostrar aqui um texto ENORME , mas interessando que encontrei sobre o yaoi, mulheres que leem yaoi entre outros... aproveintem
Desmistificando o Yaoi: O homem como objeto de desejo.
“Kurama possuía uma aparência frágil como humano. Afinal, todo humano é frágil.
O que interessava Hiei, dentro de sua curiosidade infantil e sua lascívia precoce, era a nudez agressiva do amigo em sua forma youkai. O pequeno demônio do fogo ansiava por sentir, pelos, suor e palpitação. Hiei queria tocar as formas sólidas e planas de seu amigo. Ele desejava um homem.”
O ultimo rascunho que escrevi de Yu Yu… acho que foi em 1998… o_o.
Com várias caras diferentes, acho simplesmente irresponsável falar de yaoi como se ele só acontecesse no Japão e para um público seleto, imutável desde 1979. São 15 anos de yaoi na minha vida e juro que já o vi com diversas aparências!
Invariavelmente, o yaoi é um subgênero literário (sim, mangá é literatura) onde o foco é a relação homossexual masculina. O que também não varia é que é produzido a priori para mulheres.
Tendo o homossexualismo como foco, é natural que os rapazes envolvidos sejam observados com algum interesse. E geralmente o nome desse interesse é desejo.
Sempre que um amigo me pergunta porquê gosto de yaoi eu digo: “Eu gosto tanto de homem, que dois, três juntos, me deixam louca!”, mas sabe? É verdade!
Na minha vida o yaoi surgiu como algo que glorificava algo que eu amava. É assim que eu enxergo o desejo sexual.
Apesar de não ser a única a me sentir assim; muitas amigas que gostam de yaoi também têm esse sentimento de exaltação do sexo masculino; existem pessoas que relacionam o desejo sexual a outras coisas como a transgressão, a humilhação, ao proibido e ao pecado. É provável que essas pessoas pertençam a uma sociedade de paradigmas cristãos. O que não é o caso do Japão, onde surgiu o yaoi.
O que é tabu aqui, não é necessariamente um tabu lá. Ver o yaoi sem compreender um pouquinho daquela sociedade é coisa de macaco. u_u.
É doentio colocar o yaoi como um movimento feminista contra a opressão sexual feminina que visa humilhar os homens, fazendo com que sejam virtualmente sodomizados (Yaoi: A vingança). Gente, que viagem de crack! Será que não pode ser simples como: Eu gosto de fantasiar com 2 homens juntos, como meu amigo gosta de fantasiar com 2 mulheres juntas. Tem mesmo que ter algo mais?
Parece que o yaoi tem um propósito secreto, illuminati e macabro de penetrar os haters de yaoi, porque eu não vejo ninguém tendo uma ideia próxima do real no que se refere ao assunto.
No meio de tantas ideias equivocadas, vamos à ladainha! >o<.
Como nasceu o yaoi.
“Amaterasu estava completamente cansada da brutalidade de seu irmão Susanoo. Ele era um grosso, um animal. Certo dia, da janela de sua casa, Amaterasu o viu conversando com Tejikarao, o deus da força. Susanoo deslizava os dedos no rosto do amigo, que quando podia, mordiscava as pontas dos dedos do deus temperamental. Amaterasu ficou encantada com o que viu, correu para o laptop e começou a desenhar com sua tablet da Wacom. No primeiro Comic Market foi vender um doujinshi com a história do irmão. Assim nasceu o yaoi”.
É complexo dizer como o movimento nasceu, mas a primeira citação da palavra yaoi foi em 1979.
O fato é que no Japão, desde quase sempre, o homem desempenhou inúmeros papéis sexuais, que foram amplamente apreciados por homens e mulheres. O onnagata do Kabuki é o mais expressivo, por assim dizer. Vetada a participação feminina, o Kabuki utiliza jovens atores em papéis femininos e prioritariamente, nenhuma perversão é relacionada a esse fato.
Relações de subserviência, entre aprendiz e mestre, cumplicidade, entre oficiais de um mesmo exército e de competição saudável, como Musashi e Kojiro, fomentaram o imaginário, masculino e feminino, que através dos séculos se questionaram: “E o que mais há por detrás disso?”.
O resultado dessa inquietação, desse questionamento, dessa necessidade de descobrir o que há por detrás é, simplesmente, o yaoi. Firmando-se por detrás dos pequenos estandes do Comic Market, com inúmeras obras de séries do início dos anos 80 (Como Saint Seiya, Slum Dunk) de caráter romântico, erótico ou cômico.
“No Japão existem muitos mangás pornôs, mas eles são destinados ao público masculino. As mulheres são maltratadas e humilhadas e não é o reflexo de toda a fantasia deles.
E dentro do mangá shoujo existem lindas histórias, mas que não chegam a um ápice, não há erotismo.
É também uma das razões que pode levar as mulheres a esse tipo de leitura.”
Palavras sábias de Yamane Ayano-sensei!
Ser mulher no Japão.
Ser mulher no Japão não é pior ou diferente do que ser mulher em qualquer outro lugar do mundo (salvo em alguns países da África e do Oriente Médio… Deus me livre!).
A realidade da vida feminina sempre foi a desvalorização, o boicote e a frigidez. Entretanto, é notado que lá e cá, através das ultimas décadas, obtiveram expressivas mudanças na forma de se tratar a mulher.
Aliás, é acertado dizer que, em comparação ao Brasil, o Japão esteve algo mais a frente, pois possuiu uma pequena organização matriarcal, que permitia as mulheres terem filhos sem serem casadas e que trabalhassem para custear as próprias vidas: as gueixas.
Esta sociedade de artistas femininas seguia as próprias regras e quando do primeiro contato com a sociedade ocidental (exército americano), foi considerada uma sociedade de prostitutas. Talvez tenha sido culpa da docilidade.
Não duvido que neste momento eu esteja prestes a ser apedrejada pelas feministas de plantão, mas… você já ouviu falar de docilidade?
Numa nação em que o meiwaku é levando em consideração antes de se pensar em construir uma frase e dizê-la para o vizinho, a docilidade é sem dúvidas uma questão importante para as mulheres. Não quero dizer que no Japão as mulheres nunca foram oprimidas, não é nada disso, mas alguns aspectos que são meramente rotulados como submissão, na verdade são um comportamento feminino, chamado docilidade.
A docilidade está muito além da compreensão das mulheres que tocam fogo nos sutiãs! A docilidade é uma capacidade de não concordar sem bater de frente; a super grosso modo!; é sorrir a um insulto sem se rebaixar, nem se desvalorizar, muito menos mudar de opinião. É ganhar no sorriso e não no grito. Ora… vamos combinar… sua vida teria menos estresse dessa forma, não?
Então… a docilidade também está relacionada com a sexualidade feminina. Eu diria que a docilidade criou o advento Moe! Características como prever as necessidades das pessoas, ter uma conduta positiva, exaltar a feminilidade e a obsessão kawaii criaram esse demônio chamado Moe. Eu? Não tenho nada contra não…
Entretanto, por algum motivo sinistro, toda essa coisa da “mulher japonesa”, faz com que ela pareça insatisfeita com a sua vida sexual.
Não. Não é privilégio da mulher japonesa ficar insatisfeita com a vida sexual, os amantes de ultimamente é que são deprimentes (#prontofalei).
Bom, sabendo que os machos do mercado é que são ruins e não as mulheres que tem problemas com a sua sexualidade, acho que já ficou claro que o yaoi não é uma fuga de uma foda mal dada, né… u_u.
Na verdade acredito que ser mulher no Japão dá mais opções de literatura homoerótica direcionada ao público feminino do que aqui. Lá é possível encontrar material yaoi em qualquer esquina e se você curtir uma onee-san (ou se você for a onee-san!)… também está disponível. Nesse aspecto, a liberdade é maior.
“Como fujoshi otaku, sinto que minha sexualidade tornou-se mais livre quando comecei a ler BL comics. As autoras colocam toda sua sensualidade, imaginação e experiência sexual nas histórias. Pensei então que poderia fazer isso na minha vida sexual para que ela fosse agradável como o que eu aprecio.” – Akiko-san, 29 anos, fiel frequentadora do Comic Market.
É importante deixar claro também, que os que acreditam na opressão sexual feminina na sociedade japonesa, receberam hoje o jornal de 03 de Outubro de 1945!
Gente, vamos acordar… Não é nada incomum as meninas de 15 anos já estarem mantendo relações sexuais com os namorados. Isso mesmo, no Japão! Tem mangá shoujo que fala sobre prevenção de DST, pílula anticoncepcional, como transar nas férias de verão pra esse tipo de público! A sexualidade no Japão é tão complexa quanto em qualquer lugar do mundo e tão simples também, porque na verdade, quem complica é você. u_u.
Homossexualidade no Japão.
O Japão tem coisas maravilhosas como yaoi, sushi, sakê, yaoi, Morning Musume (\o/ eu sozinha), yaoi, yaoi e japoneses. Mas também tem outras coisas que ninguém tem o direito de dizer se é bom ou ruim. Tipo o coletivismo. u_u.
O casamento é algo que diz respeito às famílias envolvidas e não apenas aos noivos. É por esse motivo que os rapazes noivos, mesmo sendo gays, casam com mulheres. u_u.
Vai além da vergonha de festejar com o buraquinho. Está relacionado ao dever que se tem para com a família. Os pais, os avós e os ancestrais lutaram para que o jovem gay tivesse uma boa condição financeira e formação escolar. Ele simplesmente não tem o direito de fugir na garupa daquele yakuza! (Né Kit? \o/)
Assim sendo, o gay é obrigado a se refugiar num mundo secreto, numa realidade alternativa. O Shinjuku 2-chome abriga todas essas histórias tão parecidas. E eu e Kit ainda vamos lá! u_u.
Naturalmente você deve pensar que ninguém é obrigado a nada. Que aquele gayzinho de quem falei tem mesmo é que fugir na garupa do yakuza e que ninguém tem nada a ver com isso. Acontece que, me desculpe, o proibido é mais gostoso. Digo… a cultura é outra, minha amiga (ou amigo)…
Na verdade a homossexualidade tem uma história no mínimo pitoresca no Japão. Com a ausência da culpa e do recato cristão, essa sociedade abençoada esteve livre para praticar a meinha em diferentes modalidades, através dos séculos, amém!
Desde os tempos mais remotos o sexo entre homens é tratado com alguma naturalidade, aparecendo em antigos tratados de medicina, documentos, literatura e na arte.
As palavras antigas para designar a prática sexual entre homens eram relacionadas àcor (mesmo nos dias de hoje, a sensualidade é relacionada à cor: 色っぽい ou iroppoi) e ao caminho, como em chado, shodo ou bushido.
男色 ou nanshoku, significa literalmente cores masculinas e 若众道 ou wakashudo, que significa o caminho dos rapazes adolescentes, claro enaltecimento da juventude masculina – Saint Seiya TOTAL >o<.
Ora, dentro desse contexto permissivo, é esperado que samurais, monges, atores de Kabuki, comerciantes, michês e todo o resto se reúnam em narrativas históricas, carregadas de maravilhosos detalhes, sobre essa prática sexual entre os homens, mas que de forma alguma podia romper seu caráter oculto, incomodando e trazendo transtornos (meiwaku) ao restante da sociedade.
Sob essas cores, a homossexualidade no Japão se desenvolveu numa espécie de sociedade secreta onde a maior parte dos membros não tem nenhum interesse de assumir seu amor por rapazes. A maioria parece estar satisfeita desta forma. Quem disse que não é possível ser feliz assim?
Vejo inclusive um ponto muito semelhante a nossa própria cultura. Alguns gays saem do armário e vão para a passeata do orgulho gay. Outros continuam em seus lares, com as suas esposas, xingando toda vez que veem uma manifestação da liberdade gay, renegando para os outros o caminho que não quiseram para si. Mas que na calada da madrugada, trilham desavergonhadamente atrás da mulher de tromba, como muitos Ronaldos por aquelas ruas desérticas da Barra da Tijuca.
A intolerância e o preconceito não são forjados apenas pela ignorância, mas também por aqueles rapazes que defendem desesperadamente a heterossexualidade de Camus de Aquário, mas que se pudessem, caso ele fosse real, sugariam todos os dias a seiva quente do mestre do gelo… não é?!!! Que escândalo!
De qualquer forma é importante colocar o seguinte: yaoi não é voltado para o público gay, bara é (super amo u_u.). Apesar de tratar de conflitos deste universo masculino, dúvidas, questionamentos ou meramente a alegria de ter um lindo namorado, é feito para mulheres, com o que a sociedade japonesa acredita ser sensibilidade feminina, mas que agrada jovens rapazes gays atrás de romance, suspiros e um Seme alto, másculo e de ombros largos. Eu não tenho medo de dizer que o yaoi é na verdade universal!
“Meu manga é yaoi, não gay. E há uma diferença sutil entre os dois. Eu poderia desenhar quadrinhos gays realistas, ‘slash’ se você preferir, mas as leitoras não aceitariam da mesma forma. Para dizer a verdade, eu quero desenhar cenas de amor mais realistas, por exemplo. Mas tenho que ter cuidado para manter suave e delicado. É um ponto essencial.
Os aspectos psicológicos desempenham um papel importante também. É sobre como os personagens sentem e como eles lutam até obter o amor até que seja alcançado. A história é sobre os sentimentos dos personagens de dor e saudade um do outro, que é mais uma ‘sensibilidade feminina’. – Kodaka Kazuma-sensei
O yaoi no Brasil.
O ano de 1994 foi muito importante para nós fãs de anime. Cavaleiros do Zodíaco estreou na finada Tv Manchete, trazendo a primeira onda de fanatismo Otaku.
Para quem, como eu, já tinha uma certa idade, a relação de amizade, dependência e todo aquele lance de civilização clássica grega dava o que pensar. u_u. Foi aí que o yaoi surgiu no Brasil: nas cabecinhas de todas as meninas que olhavam o Shun e pensavam “AHAAAAM!”.
Quem foi além do fundamental sabe que um movimento não é algo linear e estático. Surge pipocando em diferentes regiões até tomar corpo e características básicas que o classifiquem como algo. O yaoi aqui no Brasil também foi assim.
Movimentos concomitantes ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro, Natal e nos Cafundós de Judas. Sites foram ao ar (Internet discada, OK?), cadernos cheios de sacanagem foram trocados nas salas de aula. No trabalho algumas sussurraram: “Viu o que o Hyoga falou quando chegou à casa de Escorpião?”. O yaoi nasceu pluralmente! Não, não é mérito da fulana não. Como se ela tivesse colocado o primeiro pênis do mundo dentro de um ânus masculino… 9_9.
O yaoi nasceu meio maçônico, meio indefinido. Como um vibrador com formato de batom, ninguém sabia exatamente o que era, ninguém sabia como chamar, mas todo mundo sabia usar! Kurama, Oliver, Shurato… todos eles ficaram de quatro, de ladinho, entre si (nos crossovers) e por volta de 1997, o que era Boys Love no Japão, ganhou a alcunha de Yaoi no Brasil.
Aos poucos as fujoshi foram se aglutinando. A internet ajudou bastante neste processo. Elas foram se conhecendo, se tornando amigas, se odiando, plagiando umas as outras, reunindo séquitos de adoradores, ou uma legião de aldeões com tochas e ancinhos nas mãos diante da porta de casa, mas nunca uma messias verdadeira apareceu para nos guiar! >o<.
O yaoi se tornou um fenômeno comportamental, por assim dizer, se você considerar que muitas de nós vivem em função do yaoi, ou têm o yaoi como seu maior passatempo (Que dá no mesmo u_u.). Particularmente não me importo de ser rotulada como fujoshi fanática, ou fujoshi omissa (dado o hiatus no qual me enfiei desde minha ultima publicação). Para mim ser fujoshi é uma dádiva.
Gostaria de falar também sobre o “Jogar yaoi”, uma modalidade absolutamente surreal e legitimamente brasileira (ou ocidental, considerando que a prática também ocorre nos países do continente americano) – não tenho conhecimento de que no Japão as fujoshi joguem yaoi. Com uma mistura de RPG e total falta de bom senso, o yaoi entrou de forma pregnante na vida de algumas fujoshi nacionais.
O yaoi como jogo requer quase que obrigatoriamente um posicionamento sexual. Você deve ser seme ou uke. Total flex é coisa rara! As meninas representam papéis masculinos do fandom ou originais e não é nada incomum um envolvimento bempassional por parte das participantes. As histórias invariavelmente evoluem para um desfecho sexual e se as suas não, você é uma fujoshi fracassada. u_u.
É natural, dentro desse jogo de sedução, que uma ou outra fujoshi perca… digamos… a chave do cu. Há relatos de meninas e mulheres que surtaram, que passaram a acreditar serem rapazes passivos e diz a lenda que uma fujoshi até largou filha e marido para viver um romance com sua uke. Babado!
Felizmente (ou não) essa capacidade criativa da fujoshi nacional produz um yaoi ainda mais colorido que o do Japão, acredito eu. E digo mais, se essas sacanagens particulares virassem material digital ou fanzine, teríamos uma grande chance de produzir uma Comic Market tupiniquim, um mercado todo especial para o conteúdo que já é gerado, mas que não vai para lugar nenhum além dos logs dos MSNs.
Apesar de muito falar, eu não possuo direito algum de demandar nada! Jogo há 10 anos e cadê? u_u. Tudo nos logs do MSN!
Mas no yaoi não tem um viadinho que é uma mulherzinha?
Sim, tem… o seu pai u_u.
Conclusão
Desejo é algo além da racionalização. Desejo é cheiro, é pele, é olhar e tesão. Lutar contra o objeto é racionalizar o sexo. É destruir a parte animal da coisa que faz ficar tão bom.
Não vejo problema nenhum em fazer do homem um objeto ou em ser objeto. Fantasiar é meramente fantasiar. A vida cotidiana não é sexo nem fantasia, há de se saber separar a ficção e fetiche da realidade para viver uma vida saudável!
No yaoi o homem assume inúmeras figuras, desde a leitora insegura e frágil, até o homem ideal de outra leitora, pleno em potência sexual, gay por acidente ou militante da causa. O yaoi não tem uma fórmula certa, existem histórias para todos os gostos e de todos os tipos. Estereótipos existem mesmo na literatura “tradicional”, é normal que apareçam no yaoi, mas de forma alguma são via de regra.
Garotas fujoshi não querem ser necessariamente homens, não se veem necessariamente num personagem feminino. Personagens de yaoi não são necessariamente femininos.
Características psicológicas não são masculinas ou femininas, mas… você entendeu, né?
Fujoshi é a menina que gosta de yaoi, mas não é por isso que vai dar uma de seme e sodomizar o namorado/marido/casinho/amante/cacho/cafetão, OK? 9_9.
Se você é homem e não há nada feminino em você, então você é uma merda. Você não possui capacidade nem de se colocar no lugar da sua mãe. Shame on you!
esse texto foi tirado do site: http://fujoshisoul.wordpress.com/
ele NAO PERTENCE À MIM. mas eu simplesmente quero que vcs entendam o meu ponto de vista com essas palavras




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